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Resumão do projeto de lei que institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, do Sr. Alessandro Vieira (conhecida como "A Lei da Mordaça", "Lei das Fakenews" ou "O Fim da Liberdade de Expressão")

Pontos importantes, resumidos

  1. A Lei não se aplica ao provedor de aplicação que ofereça o serviço de rede social ao público brasileiro e que possua menos de dois milhões de usuários registrados.
  2. Aplica-se para empresas de fora do Brasil também (então Facebook e Twitter entram nessa), desde que ofertem serviço ao público brasileiro ou possua estabelecimento no Brasil (então Facebook e Twitter com certeza entram nessa).
  3. O PL considera "desinformação" o conteúdo que em parte ou no todo é inequivocadamente falso ou enganoso, passível de verificação, colocado fora de contexto, manipulado ou forjado, com potencial de causar danos individuais ou coletivos, ressalvando o ânimo humorístico ou de paródia.
  4. O PL faz distinção de contas autênticas e contas inautênticas. A segunda é a conta com finalidade de disseminar desinformação ou assumir identidade de terceira pessoa para enganar o público.
  5. O PL diz se que se aplica às redes sociais e serviços de mensageria privada. A distinção é importante para pegar tanto o Facebook (como rede social) como o WhatsApp. Neste caso, talvez até o Telegram se enquadre.
  6. O PL tenta proibir a criação de contas inautênticas.
  7. O PL obriga os provedores de aplicação a mostrarem o número de postagens destacadas, removidas e/ou suspensas, com os devidos motivos, localização e metodologia. Aqui vai um ponto para o projeto por tentar (ainda que na base da coerção da lei) dar mais transparência a estes processos das redes sociais. Além destes números, também tem o número de remoções ou suspensões que foram revertidas e a comparação, com métricas históricas, de remoção de contas e de conteúdos no Brasil e em outros países (o que convenhamos: os caras já devem ter, mas não são públicos).
  8. O PL obriga os provedores a limitar o número de encaminhamentos de uma mesma mensagem a no máximo 5 usuários ou grupos, e limita o número de pessoas num grupo para 256 membros. Em período de propaganda eleitoral o limite de encaminhamento cai para uma pessoa ou grupo por vez.
  9. O PL obriga o provedor a obrigar o usuário a declarar, no momento da abertura da conta, se a conta criada empregará disseminadores artificiais ou se ela será gerenciada por serviços de intermediários de terceiros (bots).

Comentários sobre o projeto

#1

O primeiro ponto é que há uma grande incentivo aqui para descentralizar as redes sociais. O motivo do incentivo em si é ruim (patrulha do governo), porém o resultado, se obtido, é excelente: descentralização da informação. O perigo é futuras alterações nesta lei para diminuir essa quantidade (de 2 milhões de usuários para menos de milhão, por exemplo, ou remover completamente este requisito).

#2

Obviamente a Lei seria aplicada às redes americanas (Facebook e Twitter, principalmente).

#3

O item 3 tira memes da patrulha (ufa, pelo menos isso). É interessante ressaltar que as questões de "colocado fora de contexto" e "manipulado ou forjado" atingem ambos os extremos do espectro político. Convenhamos: a política - especialmente em ano eleitoral - é uma corrida de quem joga mais sujeira no outro, enquanto tenta se exaltar para a população.
Aqui eu lembro de uma postagem do partido da Marina Silva, o Rede, sobre o projeto de saneamento básico que foi aprovado ontem. Foi postado nas redes sociais com toda aquela ladainha de "a água é um recurso público", "o estado tem o dever de garantir água", etc. O problema é que acompanhado desses pontos já absurdos por natureza, estava também acompanhado de informações falsas e propositalmente distorcidas para fazer o PL parecer pior do que é. A Lei das Fakenews poderia ajudar neste caso, uma vez que a postagem foi feita no Facebook, que se enquadra no escopo de atuação desta Lei? Fica o questionamento.

#6

O PL tenta vedar a criação de contas inautênticas. Uma conta inautêntica é, segundo o projeto:
conta criada ou usada com o propósito de disseminar desinformação ou assumir identidade de terceira pessoa para enganar o público;
O problema aqui é aquele famoso dilema de "como verificar todas as contas?" Que é tecnicamente desafiador, para dizer o mínimo. Se exigir CPF, então qualquer um pode pegar um CPF gerado aleatoriamente online. Se exigir número de telefone, idem: é fácil comprar um número pré-pago. Como essa verificação será feita? Aí que entra o parágrafo terceiro, na Seção I, das Disposições Gerais:
Dada a natureza complexa e em rápida mudança do comportamento inautêntico, os provedores de aplicação devem desenvolver procedimentos para melhorar as proteções da sociedade contra comportamentos ilícitos, incluindo a proteção contra o uso de imagens manipuladas para imitar a realidade, observado no disposto do §1º deste artigo.
Observem que "melhorar as proteções" é vago. O Twitter pode alegar, por exemplo, que coloca a opção de "marcar tweets como NSFW" para contas que têm conteúdo de educação sexual gratuito (se é que me entendem). É uma forma de proteção? É. Efetiva? Questionável. Como uma rede social como o Facebook ou o Twitter farão para proteger os floquinhos contra imagens manipuladas para imitar a realidade? O autor provavelmente não sabe como Photoshop funciona, nem que a maioria das imagens manipuladas nas redes é meme (que se enquadra na exceção à Lei).

#7

Ainda que seja uma "coerção do bem", é inegável o fato de que redes sociais como o Twitter, Facebook e até mesmo o Reddit censuram descaradamente algumas postagens e não informam o motivo real. O PL obriga a divulgação da metodologia utilizada na detecção da irregularidade. Seria uma cutucada nos censores destas redes para divulgarem o motivo real? O "porque eu quis"?

Conclusão

Esse PL é mesmo uma coerção (especialmente, principalmente, para as empresas). Só que um ponto interessante é que em nenhum momento fica explícita a necessidade de identificar cada usuário (como a tal exigência de CPF, RG, etc que muita gente vem falando). Imagino que esse ponto delicado seja com relação à criação da conta (na parte de "vedar a criação de contas inautênticas"). O debate não deveria ser "como impedir a criação de uma conta inautêntica, de acordo com o PL, sem parecer que estamos em um estado de vigilância constante?"
Fonte: https://legis.senado.leg.bsdleg-gettedocumento?dm=8110630&ts=1593045833518&disposition=inline
submitted by forceloco to brasilivre [link] [comments]

A quarentena rendeu desabafo (e niilismo)

Bom dia brasileiras/es/os, vocês já me conhecem aqui por meio dos apelos que faço procurando formas de conseguir dinheiro. Hoje o desabafo contempla outra esfera: o país como um todo. Frequento essa comunidade aqui por diversas razões, mas a principal é que apesar das diferenças (não só) ideológicas, não vejo ninguém aqui fazendo apologia ao governo miliciano que "instaurou-se" no Brasil. Desse modo, segue meu desabafo:
No segundo semestre de 2018, ano das eleições presidenciais, vivenciava dentro do departamento de História da UEM (Maringá), vários professores embasbacados com os rumos que o país tomaria. Lembro-me que antes mesmo de tomar consciência do poder bolsonarista (e esquemas), uma professora, em resposta a uma pergunta que fiz, disse claramente que o Bolsonaro ganharia, disse ainda: "é o momento que vamos presenciar todos os ratos saindo do bueiro". Dito e feito. Só não imaginava que o bueiro tinha capacidade de acolhimento pra tanta merda. Mas tem. E cada dia, desde então, somos obrigados a assisti-las estampadas (agora mais que nunca, visto que estamos ficando cada vez mais em casa) em todos os meios de comunicação em massa (claro que com algumas ressalvas e entendendo que essa obrigação não se estende a todos.
Esse acesso instantâneo à informação concede ao tempo histórico que estamos vivendo, desdobramentos jamais sentidos. Falo aqui, na qualidade de professor de história (não quero enfiar meu diploma no cu assim como muitos dos meus colegas o fizeram), que a coisa, meus amigos, a coisa tá feia. Sei que não é uma novidade, qualquer ser humano tangido minimamente pela noção de consciência (e não precisa necessariamente ser a de classe, sei também que ninguém é um cristal lapidado) sabe que a coisa tá cambiando do RUIM 'pro' PIOR.
Estamos inseridos em quantos momentos históricos SOMENTE em 2020? Vocês já se perguntaram isso? Não bastando as inúmeras trocas nos ministérios (e aqui e não dou enfase só ao governo atual não, eu remonto também aos anteriores, mas também fazendo o bom uso das ressalvas, afinal, não estávamos em pandemia), também tivemos desligamento de uma porção de secretários, renúncias e renúncias de cargos presenteados. Foi nesse imbricamento que aplaudimos Dória, o mesmo que anos antes lançou jatos de água fria nos moradores de rua. Foi também que nos indignamos com a saída de Mandetta, o mesmo que promovia o SUS sucateado (privatização da saúde). Foi nesse momento que aumentamos o volume da televisão já ligada na emissora de maior audiência, que desenrolou a operação lava-jato na frente dos brasileiros, apoiou Aécio, ridicularizou Dilma e, não obstante, serviu de alicerce pra ditadura militar, pra ouvir o Alckimin (eu nem sei escrever o nome desse cara) falar. Foi nesse momento que a CNN bombou no youtube, e que os debates passaram a ser o maior entretenimento do brasileiro indignado. Foi também nesse momento que o brasileiro acompanhou ansioso o depoimento de 9 horas (ou mais) do então juiz e ex-ministro da justiça, Sérgio Moro.
Eu não estou aqui nos julgando, não estou aqui julgando os que foram às ruas (como eu fui), nem os que optaram por ficar em casa (como amigos o fizeram). Não estou julgando a TV no volume alto durante um debate descabido de uma emissora gerenciada por idiotas vestidos de terno (e aqui não me refiro aos jornalistas, embora a muitos eu também atribua essa expressão), nem os comentários de apreciação ao governador de São Paulo (que fez sim o mínimo, O MÍNIMO. Salvou vidas? Salvou. Lembro-me de um post que apaguei há meses atrás em que fui ridicularizado nos comentários por apontar essa postura mínima do Dória, visto que ele, agora, salvava vidas). Repito aqui que sim, foi o mínimo. O mínimo da empatia, o mínimo da decência. O objetivo não é julgar ninguém (exceto aqueles que compactuam com as formas de opressão já muito estabelecidas e estigmatizadas nesse país), é apenas condensar esse furdúncio histórico que estamos TODOS passando. Inclusive o pai que apertou 17, a mãe que votou branco, a tia que menospreza reforma trabalhista mas ao mesmo tempo concorda com os cortes de salário das grandes empresas, mas, como não diz respeito ao salário dela, então tem que cortar mesmo. Esse momento histórico contempla também o pior pesadelo já vivenciado na história do país, alcançamos nos últimos dois meses, o maior número de mortes da HISTÓRIA DO BRASIL. E, claro, sem ministro da saúde.
Eu poderia deixar de citar outras situações, mas não deixarei. Me sinto na obrigação de condensar as indignações que estamos engolindo há mais de 90 dias. Não citarei todas, algumas fugiram da minha memória - assim como também da de vocês. O acesso a informação, aquele que já mencionei em algum momento desse desabafo, inunda nossa mente a todo maldito segundo que a memória, aos poucos, vai se esvaindo. E o brasileiro, diante das situações horríveis que o acometem, fica cada vez menos bestializado. Vamos nos bestializar lembrando da Regina Duarte, que agora foi pra cinemateca enterrar de vez o cinema brasileiro - que aos poucos também vem vivenciando seu desmonte, um claro exemplo disso são as proibições de alguns temas relatados, bem como DITADURA. Regina Duarte carregou a titulação de secretária da cultura sem ter feito absolutamente nada, a única memória que tenho dela é da entrevista dada também à CNN (já citada aqui), que foi um dos grandes marcos da vergonha. Depois dela, veio alguém pior, o galã de Malhação. Vamos nos bestializar e lembrar que desde o início da pandemia o Bolsonaro foi contra a ciência, contra os estudos, contra as universidades públicas. Vamos nos bestializar com os pronunciamentos, com indiretinha pra globo e pro Dráuzio, com rinoplastia da sogra, desligamento dos aquecedores (?) da piscina. Vamos nos bestializar com o advogado do diabo, que escondeu por meses o Queiroz (que foi preso, e lançou também sobre nós uma fagulha de esperança que em mim, pelo menos, já se dissipou). Vamos nos bestializar com a "gripezinha", com a bandeira de Israel em frente ao Planalto ou qualquer outro lugar que não me lembro mais qual era. Vamos nos bestializar e mais que isso, vamos lembrar da força bruta da polícia, que já era porca, legitimada pela fala de um conservador no poder.
Vamos nos bestializar com o racismo estrutural no Brasil, um dos últimos países a abolir a escravidão. Vamos nos bestializar com aquela pessoa que estudou com você no ensino fundamental, que fez hoje psicologia e gravou vídeo dizendo que "não vê racismo". É hora de se bestializar com o pai que fala "aquele preto é maconheiro", ou com a mãe que diz "nossa meu cabelo tá crespo, parece que tá ruim". Vamos nos bestializar com as cotas raciais fraudadas. Com projetos de leis descabidos: armamento da população, restrição do uso do nome social (grande perda na comunidade trans), PRIVATIZAÇÃO DA ÁGUA, liberação do corte de salários e demissões, diminuição do salário dos professores e demais funcionários públicos. Tem também aquela ideia do projeto de lei anti-terrorismo, que vez o outra aparece.
Além disso que citei, tem mais uma porção de coisas que aconteceram nesse tempo, mas eu tô cansado de botar a cabeça pra funcionar. To cansado de pensar. To cansado de sofrer. Tentei fazer o máximo, me vinculei agora, de última hora à um coletivo, onde estamos usando da nossa força interior e também de muita ajuda externa (doações de dinheiro, roupas e alimentos) pra ajudar algumas famílias que precisam muito. Tem me ajudado a continuar. Um dia de cada vez vou respirando pra não cair num buraco niilista. Confesso que apesar disso tudo, apesar de estar bestializado e tentar arrancar fôlego dos pulmões desgastados de tanto tabaco barato fumado, eu não consigo enxergar muita luz no fim do túnel. Precisou-se de um carro pra tirar o Collor, de pedaladas fiscais não comprovadas pra tirar a Dilma... e temos agora um número gritante de processos de impeachment que o Rodrigo Maia sentou a bunda e nunca mais levantou. O que precisa pra tirar o Bolsonaro? E mais ainda, será que ele saindo, o país vai ter luz no fim do túnel? Eu não acredito muito nisso.
O que vocês pensam do país nos próximos meses? Levando em conta aqui alguns fatos que não mencionei, como por exemplo a informação de ontem que trazia o Brasil como único país nessa pandemia a superar a marca de 100 dias de covid sem achatamento da curva. Ninguém sabe ao certo os números, o site do ministério da saúde ficou indisponível... os testes são mínimos. Enfim, to desmotivado. E descrente. Me falem de vocês. Podem me chamar no chat.

No mais, galera, vamos unir nossas forças.
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Com captações bilionárias e juro baixo, setor imobiliário inicia expansão - Por Agência Estado

Com captações bilionárias e juro baixo, setor imobiliário inicia expansão - Por Agência Estado
O ânimo do setor é uma boa notícia para a economia como um todo, segundo especialistas; investidores voltam a cogitar renda via aluguel
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O mercado imobiliário pode estar perto de uma retomada vigorosa. De julho para cá, seis construtoras e incorporadoras captaram R$ 3,8 bilhões em novas ofertas de ações para colocar o pé no acelerador em seus projetos residenciais e comerciais. Com a queda dos juros – a taxa Selic atingiu 5% ao ano na última semana – e o maior interesse de investidores no setor, a expectativa é de que as captações possam dobrar nos próximos meses, já que outros grupos se preparam para ir à Bolsa.
O ânimo do setor é uma boa notícia para a economia como um todo. “Tradicionalmente, esse segmento antecipa o cenário de crescimento econômico. Há expectativa de recuperação do PIB, a expansão deve ser menos intensa, mas sustentável no longo prazo”, diz Alessandro Farkuh, responsável pela área de banco de investimento do Bradesco BBI, que coordenou boa parte das operações das construtoras na Bolsa.
Com esses recursos, as construtoras pretendem abrir novos canteiros de obras, sobretudo em São Paulo. E isso já se reflete em outros setores da indústria. “Começamos a sentir nas últimas semanas maior demanda por aço vinda do setor imobiliário”, disse Gustavo Werneck, presidente da Gerdau. O mesmo movimento deve acontecer com o cimento e outras matérias-primas.
Quem se movimenta pela capital paulista percebe que guindastes voltaram a fazer parte do cenário. Dados do Secovi-SP, obtidos pelo Estado, mostram que, de janeiro a setembro, foram comercializadas 30,5 mil unidades residenciais só na capital, número 70% maior do que o do mesmo período do ano passado. “Isso é mais do que as 29,9 mil vendidas em 2018 inteiro”, diz Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP. Só em setembro foram comercializados 4.055 imóveis – a maior marca para o mês e cerca de 50% acima da média histórica.
A retomada do setor, que usa mão de obra intensiva, poderá ser um alento para um indicador que se recusa a apresentar melhora significativa nos últimos anos: o desemprego. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da semana passada mostraram que a taxa ainda é de 11,8% no País, com 12,5 milhões de pessoas sem trabalho. Dos empregos gerados, a maioria é de vagas informais.
Concentração
As obras, contudo, ainda estão concentradas em edifícios residenciais e comerciais de médio e alto padrão, diz Ana Maria Castelo, analista da FGV/Ibre. “Não vejo um boom generalizado como em 2007, quando muitas companhias foram à Bolsa. A recuperação mais robusta da construção civil virá com a retomada das obras de infraestrutura.”
Diversas fontes de mercado ponderaram ao Estado que a expansão do setor imobiliário ainda se resume a São Paulo, cujo mercado se descolou do resto do País. De olho nessa oportunidade, a MPD Engenharia, líder em apartamentos de alto padrão em Alphaville, vai investir até R$ 2 bilhões em empreendimentos nos próximos três anos. Segundo o presidente da empresa, Mauro Dottori, entre 70% e 80% dos recursos serão direcionados para a capital paulista. “São Paulo tem maior dinamismo e retoma primeiro do que outros mercados.”
Além das ofertas subsequentes em Bolsa, que são uma importante fonte de financiamento para construtoras, os proprietários de edifícios têm sido assediados por fundos de investimento imobiliário de bancos. Para garantir retorno a seus cotistas, as instituições financeiras estão comprando edifícios corporativos “maduros”, que já estão alugados para empresas.
A Tishman Speyer, que desenvolve prédios residenciais e corporativos, vendeu por R$ 1,2 bilhão a torre que abriga a sede corporativa do BB, em Brasília, a um desses fundos. A empresa já tem R$ 1 bilhão captado para investimento adicional no mercado brasileiro. “Além desse dinheiro captado, está mais fácil conseguir crédito nos bancos para viabilizar projetos”, afirma Daniel Cherman, presidente da Tishman Speyer no Brasil.
Investidores locais apostam na retomada do setor de construção
Com a taxa de juros na mínima histórica, a busca tanto por imóveis quanto por fundos imobiliários tende a crescer entre investidores dos mais diversos portes. As captações feitas por grandes construtoras – como Tecnisa, Eztec, Trisul, Cyrela Commercial Properties, Helbor e LogCP – revelam um novo fenômeno no País: o maior interesse de investidores locais por ações dessas companhias na Bolsa.
“Vimos um movimento de investidores locais nas captações deste ano em um ambiente que antes atraía majoritariamente os estrangeiros. Também observamos maior fluxo de gestoras mais especializadas em determinados segmentos, como shoppings e logística. Isso indica um nível importante de maturação do setor”, diz Alessandro Farkuh, responsável pela área de banco de investimento do Bradesco BBI.
O aquecimento da demanda imobiliária começou nos prédios residenciais de alto padrão, mas já “contaminou” outros segmentos. Galpões próximos à região metropolitana de São Paulo viraram alvo de grandes varejistas, que estão expandindo seus centros de distribuição, afirmou fonte de uma grande incorporadora. Escritórios também estão sendo erguidos nos poucos espaços ainda livres da região da Faria Lima, centro financeiro de São Paulo, e outros corredores, como as proximidades da Marginal Pinheiros, também devem ganhar novos arranha-céus.
As entregas de edifícios corporativos devem se multiplicar por oito no ano que vem, segundo a consultoria JLL, que acompanha o setor, atingindo 200 mil metros quadrados em novas ofertas.
Vacância
A consultoria pondera, porém, que a recuperação ainda está mais concentrada em São Paulo, onde a taxa de vacância de escritórios já começou a cair após um longo período de alta, atingindo 22,3% no terceiro trimestre de 2019. No Rio, porém, esse movimento ainda não está claro – e 43% dos espaços corporativos ainda estão vazios.
A tendência para 2020 em São Paulo, de acordo com Paulo Casoni, diretor da JLL, é de queda da vacância, apesar da entrega de novos escritórios. Em alguns bairros mais disputados, como a Avenida Faria Lima, o porcentual de espaços vazios é de 8%. Isso já faz companhias negociarem antecipadamente a ocupação de prédios em construção. Foi o que fez a Dupont, em acordo com a Tishman Speyer.
Diante desse cenário, empresas que se dedicam ao segmento se preparam para uma retomada das obras. Na semana passada, apenas a Cyrela Commercial Properties (CCP), do empresário Elie Horn, levantou R$ 874 milhões para investir em escritórios de alto padrão. BR Properties e JHSF contrataram bancos para fazer captações. Outros sete grupos estão indo pelo mesmo caminho e devem usar a Bolsa para turbinar sua capitalização para o período de expansão.
Maior imobiliária do País, a Lopes também vai à Bolsa para levantar cerca de R$ 150 milhões. A companhia vai usar parte desses recursos para acelerar a transformação digital do seu negócio. “Não queremos reinventar a roda. O processo de compra e venda de imóveis não vai deixar de ser físico. Mas podemos melhorar a plataforma para os nossos 9 mil corretores e para os clientes”, diz Matheus Fabricio, diretor executivo da Lopes. Neste ano, a companhia inaugurou a Lopes Labs, que já reúne uma equipe de 70 pessoas, para pensar o futuro da empresa.
Construtoras reduzem tempo de obra
Com a ajuda de novas tecnologias e do aumento de crédito para o setor, construtoras têm conseguido reduzir em até oito meses o tempo de obra para erguer edifícios. A intenção é aproveitar o bom momento do setor para atrair, especialmente, investidores que desistiram de aplicar dinheiro em renda fixa por causa do ganho menor.
A sinalização do Banco Central de que deve haver nova redução nos juros ainda este ano reforça o interesse pelos imóveis e a corrida do setor para poupar tempo. Até 2014, os prazos oscilavam entre 24 e 30 meses. “Hoje, estão mais para 16 ou 18 meses do que para 24”, diz Odair Senra, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil em São Paulo.
Na sua avaliação, a maior oferta de crédito está permitindo concluir edifícios num tempo menor. Com mais recursos disponíveis, construtoras dependem menos da receita de vendas e podem acelerar a produção. Com isso, terminam o empreendimento mais cedo, acertam as contas com quem emprestou o dinheiro, embolsam o lucro e partem para a construção de outro empreendimento.
“O banco quer isso porque fica com um devedor seguro, que dá o imóvel como garantia”, diz Senra. Ele observa que o risco de calote para o banco fica pulverizado, pois são vários devedores, não só a construtora. O banco também ganha potenciais clientes (devedores) para vender outros produtos.
Risco
A construtora Urbic, do empresário Marco Parizotto, por exemplo, tem dois empreendimentos com prazo de execução reduzido. “Achamos que encurtando o ciclo de produção reduziríamos o risco para incorporadora e cliente.”
Mas, na prática, o que se vê é que os projetos mudaram para atender o comprador que pretende ter o imóvel pronto o mais rápido possível para alugar. Um dos empreendimentos da construtora no Ibirapuera (SP) foi lançado em maio e será entregue em 13 meses.
Do prazo total, nove meses serão para erguer o prédio, que vai usar tecnologia de estruturas metálicas para acelerar a construção.
“Já vendemos 60% (dos apartamentos) e 30% dos que compraram são investidores.” São apartamentos na faixa de R$ 900 mil. Outro empreendimento, na Vila Mariana (SP), é de pequenos estúdios na faixa de R$ 250 mil, voltados a investidores.
À vista
“Temos buscado redução de prazo para diminuir os custos do empreendimento e, com isso, obter uma rentabilidade maior”, afirma Vladimir Alves da Silva, diretor financeiro da construtora Tarjab. Ele conta que tem conseguido reduzir em três meses o prazo da obra. Num projeto recente, de apartamentos na faixa de R$ 350 mil lançado em abril, ele conta que percebeu que existe demanda de investidores que não são só pessoas físicas, mas também fundos imobiliários. “Para unidades menores houve compradores que pagaram à vista”, diz, lembrando que esse pode ser um sinal do apetite do investidor pela renda de locação.
De olho nessa demanda, Frederico Altana, diretor-presidente da construtora Altana, conta que negocia parceria com uma empresa francesa para reduzir, a partir de 2021, prazos de construção de três empreendimentos. A locação será gerenciada pela própria empresa.
“A possibilidade de fazer ativos imobiliários para renda foi viabilizada por causa dos juros mais baixos e isso casa com a tecnologia de construir de forma industrial e mais rápida porque, assim, é possível gerar um retorno mais rápido para o capital”, diz.
Desde 2014, a Trisul, que tem capital aberto, vem reduzindo prazos de obra, diz Lucas Araújo, superintendente. Ele explica que as concorrentes perceberam agora que diminuir o ciclo de produção é muito melhor, pois garante o retorno mais rápido, com reconhecimento de receitas. “Todas (as concorrentes) estão precisando disso para ajudar na recuperação financeira.”
A trajetória de queda da taxa básica da economia (Selic), que na semana passada renovou um piso histórico, de 5% ao ano, tem levado os investidores a enxergar na compra de imóvel para locação um negócio mais rentável. Além da renda do aluguel, podem embolsar a valorização dos imóveis, que ainda estão com preços defasados.
Aplicação em imóveis exige cuidado, dizem consultores
A renda obtida com aluguéis de imóveis comprados por pessoas físicas ou com a aquisição de cotas de fundos imobiliários passou a ser, nos últimos meses, alvo de interesse dos investidores com perfil conservador.
Até pouco tempo atrás, esse investidor conservador aplicava suas economias em renda fixa. Mas com a queda na taxa básica de juros, a Selic, que baliza essas aplicações e hoje está em 5% ao ano, a menor marca da história, o cenário mudou. E esse investidor conservador tem de buscar outras alternativas para ganhar dinheiro.
Nas contas do gestor de investimentos, Mauro Halfeld, no cenário atual uma aplicação de renda fixa de baixo risco deve render, depois de descontado o Imposto de Renda (IR), cerca de 4% ao ano, dependendo das taxas cobradas pelos fundos de investimentos, corretoras e bancos. “Levando-se em conta que a inflação costuma voltar no Brasil, o brilho da renda fixa acabou”, diz Halfeld.
Já os fundos imobiliários diversificados devem proporcionar ganhos perto de 5% ao ano acima da inflação, calcula ele. E imóveis residenciais pequenos alugados devem gerar renda real de 6% ao ano. Esse rendimento, observa o administrador de investimentos, Fabio Colombo, não leva em conta a valorização do próprio imóvel. Depois de três anos de vacas magras, neste momento, os preços dos aluguéis ainda estão defasados, lembra o administrador.
Apesar de os números indicarem que a renda obtida com a locação direta de imóveis e com fundos imobiliários ser maior do que a proporcionada por aplicações em renda fixa, consultores dizem que o investidor deve ficar atento a alguns detalhes.
No caso dos fundos imobiliários, Colombo ressalta que o investidor tem de levar em consideração o preço da cota. Com a forte demanda por fundos imobiliários, o valor da cota deve subir, o que pode reduzir a rentabilidade. Além disso, quando o investidor compra uma cota de um fundo imobiliário, ele não sabe exatamente em qual projeto o seu dinheiro está sendo aplicado. “No longo prazo, há empreendimentos muito grandes que podem se depreciar e isso é um risco”, alerta.
Quanto à compra de imóvel para locação direta, Colombo lembra que o rendimento líquido pode variar, dependendo de como é pago o IR. Isto é, como pessoa física ou jurídica.
Texto via: Agência Estado

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Ajuda dos empreendedores - Empresa aberta há 3 meses apresentando sinais ruins

Olá pessoal.
Há pouco mais de 3 meses meu irmão abriu uma distribuidora de produtos. Há produtos para vários tipos de comércio, tipo padarias, sorveterias, bares, restaurantes, festas, lanchonetes etc.
A empresa está bem localizada, tem muito boa aparência, uma enorme variedade de produtos, os preços são competitivos, ele investiu bastante em propaganda, o atendimento é bom, mas o dinheiro não está entrando.
Ele investiu muita grana. As despesas principais são aluguel, acho que 3k mensais, e dois funcionários. Não sei quanto esses funcionários ganham, mas acredito que um ganha dois salários e o outro ganha um. Água, luz, tel, etc.. deve girar em torno de 1k, mais ou menos.
Acontece que as coisas não estão indo bem. Não está entrando dinheiro e ele está tendo muitas contas pra pagar. Outro problema é que ele não está tendo muita confiança na funcionária que cuida da parte financeira da empresa. Não que ela esteja roubando (não sei), mas ele não consegue confiar na menina. Ela cuida da parte financeira e tributária. É outro problema, porque ele não tem muito conhecimento nessa área e precisa confiar totalmente na menina. O programa que ele instalou não me pareceu muito prático. É um programa antigo.. mas muitas empresas usam ele aqui.
Ele está sob muita pressão e isso está o estressado bastante. Ele perdeu o ânimo e parece que deixou as coisas no automático. Outro problema é que ele gosta muito de passar o tempo com a família e passar boa parte do tempo na roça, uma propriedade que ele comprou há 5 anos, construiu casa, plantou bastante frutas, tem muitos animais de estimação, etc. Agora ele não está tendo tempo pra nada. Nem pra almoçar. A roça está meio que abandonada. Tem um funcionário que cuida de tudo, mas não é a mesma coisa.
Contexto da história_ Ele abriu essa empresa sob muita pressão. Antes ele trabalhava como gerente de qualidade, funcionários, transporte e várias outras coisas numa empresa dos pais da esposa dele. A empresa é muito famosa aqui em minha cidade. Antes, a empresa era gerenciada pelos pais e irmãos da esposa dele. Era bastante desorganizada. Não tinha boa aparência, não tinha qualidade, não tinha bom atendimento, etc. Quando ele assumiu a gerência dessa parte, a empresa mudou bastante. Mas com o crescimento os familiares (despreocupados da vida) da esposa dele quiseram assumir funções importantes e isso estava estressando muito ele. A empresa começou a ter vários problemas. Ele tentou mudar mas não conseguiu.
Ele é uma pessoa muito calma e não gosta de problemas. Então chutou o pau-da-barraca e saiu.
Juntou uma grana com a venda de alguns imóveis, retirou um dinheiro no banco e montou sua própria empresa, sem experiência, sem consultoria e sem um plano de negócio. Foi às cegas e sob muita pressão.
Qual o conselho que vocês dão?
Pensei em falar pra ele fazer um curso de empreendedorismo, mas acho que isso não iria resolver muita coisa.
 
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Algum brasileiro?

Olá Reddit, eu vejo que tem uma pouca quantidade de brasileiros, me mudei para cá porque o Facebook, Twitter estão infectados. Fora as outras redes sociais gerenciadas por Zuckerberg, uma palavra lá é um bloqueio de 30 dias ou desativação permanente. Umas pessoas retardadas que fazem isso acontecer, mas eu só tenho minha conta lá por causa de amigos.
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Bitcoin é alternativa viável a moeda estatal, avalia economista no RS

Entretanto, volatilidade da moeda virtual ainda é risco, diz especialista. No Rio Grande do Sul, dois locais aceitam pagamentos com bitcoin.
Ainda que não seja uma moeda física, o bitcoin, a moeda digital que possibilita infinitas transferências via internet, aos poucos ganha mais adeptos e conquista mais curiosos. A moeda, que só existe no ambiente virtual, foi criada há cerca de cinco anos e circula por meio de transações entre "carteiras" que existem nos computadores e smartphones dos usuários. Para especialistas, o bitcoin pode não durar, mas seu modelo deve permanecer. “Acredito que é correto dizer que o bitcoin é a primeira alternativa viável a moeda estatal. Elas vão coexistir por algum tempo. Dependendo do país, pode ter mais preponderância que em outros. O bitcoin, ou outra criptomoeda melhor, vai deixar sua marca no nosso sistema financeiro, sem dúvida alguma”, diz ao G1, o economista e escritor do livro "Bitcoin – A moeda na Era Digital", Fernando Ulrich. A obra foi lançada durante a 27ª edição do Fórum da Liberdade, em Porto Alegre.
A adoção como meio de pagamento já ocorre no Brasil por 54 estabelecimentos comerciais, de acordo com o Coin Map – serviço que reúne lugares que se dispõem a receber pagamentos dessa forma. No Rio Grande do Sul, são dois locais: uma agência de publicidade em Porto Alegre e um escritório de advocacia e consultoria em Santo Ângelo. No total, são cerca de 3,9 mil em todo o mundo.
O bitcoin funciona de maneira simples: a pessoa baixa o software, cria uma "carteira virtual" e passa a fazer parte da rede que gerencia as transações. O passo seguinte é comprar a moeda. Todo o dinheiro fica guardado no software do computador ou ainda armazenado no aplicativo do smartphone.
“A carteira virtual é o equivalente à agência e conta bancária. Mas há empresas que oferecem essa possibilidade online, em que o usuário acessa um site para verificar sua carteira de bitcoins. Ou ainda baixar um aplicativo no seu smartphone”, detalha Ulrich.
O bitcoin não tem uma central de gerenciamento, diferente das moedas como o real, que é gerenciada pelo Banco Central. “No bitcoin, a tarefa de validação e autenticidade ocorre de forma descentralizada. Qualquer usuário pode fazer isso, de qualquer lugar do mundo. A rede, em si, é muito segura. É um sistema aberto, todas as transações são públicas”, defende o economista. Mas para garantir a segurança, o bitcoin utiliza um complexo esquema matemático de criptografia – familiar para quem entende de computação.
Atualmente, transferir bitcoins não custa nada. Tal cenário torna a moeda atrativa para quem precisa enviar dinheiro de um país para outro, processo que cobra taxas bancárias e de câmbio elevadas. “Para transacionar internacionalmente, não tem fronteiras. É uma quebra de paradigma. E não há limites, posso enviar centavos ou milhões. Mesmo pagando um certo custo a uma casa de câmbio para converter em dólares no exterior, por exemplo, vale mais a pena do que pagar taxas pelo sistema bancário convencional”, justifica. A adesão ao uso do bitcoin é mais comum em países desenvolvidos da Europa, como Alemanha, além dos Estados Unidos e Canadá, onde cada vez mais empresas aceitam a moeda virtual em troca de seus produtos e serviços. “Em países emergentes, está se popularizando. O Brasil ainda está muito atrás, mas é compreensível, já que é uma tecnologia inovadora”, avalia Ulrich. O especialista aponta três itens como vantagens para utilizar a moeda virtual. “É rápido, barato e seguro. A transação ocorre de forma instantânea”, pondera. Ainda que o bitcoin possa estar distante da realidade de muitos os brasileiros, Ulrich acredita que esse cenário deva mudar nos próximos anos.
“Acho que a tecnologia vai continuar se difundindo no Brasil. As pessoas podem não ter pleno acesso à internet ainda, mas hoje existem mais celulares que pessoas no país. Quase todo mundo tem um aparelho celular, e logo vai ser um smartphone. Basta um smartphone e você pode ter bitcoin”, crê. “É muito possível que uma pessoa no agreste brasileiro não tenha uma conta bancária, mas pode ter um celular e ter uma conta de bitcoin”, arrisca.
Volatilidade da moeda virtual é risco
Apesar das vantagens, a volatilidade ainda é um dos riscos para quem usa o bitcoin. Os governos da China e da Rússia proibiram negociações com moeda. “Isso [volatilidade] ainda é um problema, por ser um sistema que ainda está começando, com volume e liquidez muito baixos. Aconselho a quem me pergunta, por exemplo, a não investir algum patrimônio relevante em bitcoin, por exemplo. Mas acho que a tendência no futuro é ele [bitcoin] valer mais, porque tem muitas vantagens”, ressalta.
Próximo ao Brasil, os argentinos são os representantes da América Latina no uso de bitcoin, mas de forma diferente: não para adquirir produtos e serviços de algumas empresas, mas para aplicar em uma espécie de “poupança virtual”. “A gente observa que muita gente está usando o bitcoin como reserva de valor. É algo como uma proteção contra o peso argentino, que está desvalorizando bruscamente. O bitcoin acaba sendo um refúgio e proteção contra a moeda dos argentinos. Nos países desenvolvidos essa prática não é tão clara e nem tão necessária”, argumenta.
O valor do bitcoin é variável, baseado na cotação de todos os tipos de moeda. Conforme Ulrich, todos os países tem ao menos uma casa de câmbio que facilita a troca e conversão de bitcoins. No Brasil, 1 bitcoin hoje está cotado em cerca de R$ 1.150. “É importante salientar que você não precisa comprar 1 bitcoin. Pode ser 0,01 bitcoin, por exemplo. Como se fossem centavos”, sustenta.
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